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9 Set 2020 - 09:10

Deputada se solidariza com vítimas e afirma que 'quem vê cara, não vê coração'

Gazeta Digital

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
A deputada Janaina Riva (MDB) disse que conhece o advogado Cleverson Campos Contó e o considerava um amigo até saber de todas as denúncias de violência que mulheres fizeram contra ele. Em desabafo em sua rede social, a parlamentar disse que se decepcionou e irá acompanhar o caso. "Ontem foram elas, hoje pode ser qualquer uma de nós e amanhã, nossas filhas", publicou na tarde desta terça-feira (8).Oito mulheres registraram boletim de ocorrência contra o advogado. Elas o acusam de todo tipo de violência, inclusive estupro. O caso ganhou repercussão após a influencer Mariana Vidotto e a médica Laryssa Moraes relatarem a violência sofrida enquanto se relacionaram com o suspeito.

"Eu resolvi fazer esse desabafo aqui, porque conheci o advogado e o tinha como um amigo. Mas com o coração apertado pelas vítimas, só posso dizer que quem vê cara, não enxerga o coração das pessoas", escreveu a deputada.

No texto, ela demonstra apoio às mulheres e cita a situação a preocupa muito e a toca profundamente por ser mulher, a única deputada de Mato Grosso e mãe de menina. Ela relata que recebe diariamente relatos de histórias de violência e sofrimento semelhantes às contadas por Laryssa e Mariana. Que se sensibiliza e quer ajudar mulheres que estejam sofrendo agressões.

"Como deputada quero dizer que à partir de hoje o meu gabinete vai acompanhar todo o processo e as denúncias realizadas até agora para que a justiça seja feita forma isenta e humanizada com todas as vítimas", anuncia. Ela também comunica que o caso será encaminhado à Câmara Setorial Temática de Combate à Violência Contra a Mulher para que todos saibam das denúncias e o caso seja acompanho.

Ela encoraja as vítimas de violência a denunciaram e pede que as mulheres tenham mais sororidade entre si.

"Como mulher e mãe de menina, só posso lamentar que nos dias de hoje as mulheres vítimas de violência ainda tenham medo de denunciar seus agressores por receio do julgamento da sociedade e das manobras de descrédito ou desabono moral que no geral os agressores usam para ficar impunes e continuarem fazendo outras vítimas", relatou.

O caso

O advogado se relacionou com Laryssa ainda em 2016 e ela se separou por causa da violência. Desde então o caso tramita na justiça e, no fim de semana, ela contou em rede social todo o terror vivido ao lado do suspeito. Ela chegou a contar que o então marido tentou estuprá-la com um pendrive, pois não gostou do conteúdo existente no equipamento.

No sábado (5), Mariana Vidotto contou os abusos sofridos e que o homem a processou para que não citasse seu nome. Ela se relacionou com o acusado por 5 meses e se separou por causa da agressividade dele.

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