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Agência da Notícia, Sexta-feira 18 de Setembro de 2020

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11 Set 2020 - 16:30

Com Covid estabilizada, MT avalia desativar leitos para atender outras doenças

Secretário destacou que Mato Grosso passa a ter uma melhor capacidade hospitalar após a pandemia

BRUNA BARBOSA

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, avalia fechar leitos exclusivos para Covid-19 após constatarem que o número de internações tem caído desde o início da pandemia. Em Mato Grosso, o SUS chegou a colapsar e faltaram UTIs para atender todos os pacientes com quadro grave da doença.

No entanto, ele afirma que atualmente 162 das 435 UTIs Covid-19 estão desocupadas e poderiam ser destinadas para atendimento de outras especialidades. “Vamos ter que desativar leitos em algumas regiões para voltarmos a ter leitos para outras especialidade. As pessoas não pararam de adoecer ou de ter ataque cardíaco”, comentou o responsável pela secretaria estadual de Saúde (SES). 

Gilberto ainda avaliou que a Covid-19 deixará um “legado” para a saúde de Mato Grosso, já que alguns municípios não tinham leitos de UTI e, durante a pandemia, acabaram sendo implantados nesses locais. “É o ‘legado da pandemia’, desconfortável dizer isso, mas poderemos observar uma situação hospitalar antes e após a Covid-19”, analisou.

De acordo com ele, os casos novos da doença estabilizaram em um platô alto, com cerca de mil por dia. No entanto, a SES vê sinal de “conforto” na queda dos dados referentes às internações. Entre junho e julho, não havia vagas de UTIs para infectados com o novo coronavírus no Estado.

Gilberto também explicou que o número de casos confirmados ainda estar alto, pode ter como explicação a alta capacidade de testagem de Mato Grosso. Segundo ele, só na Arena Pantanal já foram aplicados mais de 30 mil testes rápidos para Covid-19. Além disso, milhares de testes foram encaminhados aos 141 municípios do Estado.

O secretário ainda falou sobre o retorno das cirurgias eletivas, que estão suspensas por conta da pandemia do novo coronavírus. Conforme Gilberto, os procedimentos precisam ser autorizados pelo Ministério da Saúde, mas medicamentos para entubar pacientes, por exemplo, ainda continuam em falta.

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