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Agência da Notícia, Terça-feira 22 de Setembro de 2020

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16 Set 2020 - 09:50

Leitão cutuca “dependentes" de Bolsonaro e não vê mandato legítimo de Fávaro

Tucano já avisa que, se eleito, estará na base de apoio do presidente

ALLAN MESQUITA

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
Na convenção em que foi homologado candidato ao Senado da República, o ex-deputado federal Nilson Leitão (PSDB) alfinetou ao menos quatro adversários no pleito suplementar, que será realizado em 15 de novembro. Leitão foi homologado candidato e terá como suplentes o ex-governador Júlio Campos (DEM) e o ex-vereador de Rondonópolis, José Márcio Guedes (PL).

Os primeiros “alvos” de Leitão foram os três candidatos que “lutam” pelo apoio do presidente Jair Bolsonaro: Coronel Fernanda (Patriota), Reinaldo Morais (PSC) e o deputado federal José Medeiros. “O apoio do presidente é importante, mas independente do apoio dele, é preciso também ter os ingredientes para atrair o voto da população. Tem gente dependendo só do apoio do presidente, mas não tem nenhuma mais bandeira a apresentar. Nós temos nossos projetos, ações e serviço prestado. Se ele não está nos apoiando agora, nós vamos apoiá-lo quando chegar lá”, disparou Leitão.

Outro alvo dele foi o senador interino Carlos Fávaro  (PSD). Leitão “cutucou” o adversário ao comentar sobre os apoios que sua candidatura tem.

Fávaro se tornou senador após uma liminar do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. “Estou muito satisfeito com os apoios que tenho. Dos três senadores do Estado, aliás, os dois legítimos senadores – Jayme Campos e Wellington Fagundes – óbvio que estou muito bem apoiado”, frisou, citando ainda que tem apoio de diversos prefeitos, vereadores e do presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM).

Sobre os apoios, o candidato reconheceu que a pandemia do novo coronavírus “reforçou” seu palanque. Isso porque, no pleito marcado para 26 de abril, ele tinha lançado candidatura com “chapa pura”, sem nenhum partido coligado.

Agora, conta com o DEM e o PL. “Lutei para que estivessem comigo, mas naquele período não vieram. Júlio Campos era o líder nas pesquisas em todas as regiões e eu era o 2º colocado. E com a desistência do Júlio devido a pandemia, ele vindo de suplente, nossas chances passam a ser efetiva de ganhar as eleições e representar Mato Grosso”, assinalou, citando ainda os deputados Eduardo Botelho e Dilmar Dal Bosco (ambos do DEM), e os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (DEM).

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