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Agência da Notícia, Quarta-feira 21 de Outubro de 2020

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18 Set 2020 - 08:50

Taques já cobra controle sobre gastos com avião de adversários na campanha

Ex-governador citou que eleição suplementar é separada da municipal

Folha Max

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
O Solidariedade homologou na nesta quarta-feira (16) o nome do ex-governador e ex-senador Pedro Taques como postulante ao Senado Federal na eleição suplementar de 15 de novembro. Também foi anunciado o apoio do Cidadania à chapa encabeçada por Pedro. 

Em entrevista, o canidato destacou, de forma precisa, que está há um ano, 8 meses e 15 dias afastado da política. Disse que aproveitou o tempo para fazer reflexões e pensar sobre tudo que ocorreu no estado de Mato Grosso. "Muitas pessoas me ligaram dizendo que é possível que nós possamos vencer estaá eleição, e eu quero dizer que nós ganharemos estas eleições", afirmou.O ex-senador destacou que Mato Grosso é único e que precisa ter um senador que possa representar todos os segmentos econômicos e sociais. 

"Mato Grosso não é só o Norte, o Sul, o Nordeste ou o Vale do Araguaia. Mato Grosso é Sinop, Colniza e Rondonópolis. Serei senador da República do estado de Mato Grosso e não só de segmentos. Nem serei senador de pessoas e não sou candidato ao governo do Estado", destacou. 

Pedro afirmou que a eleição não será fácil, mas lembrou que os mato-grossenses o conhecem e sabem que ele não tem medo de enfrentar adversidades. "Não nasci com medo. Não tenho medo de enfrentar as dificuldades. Nós faremos compromissos com o cidadão, e estes serão cumpridos, como fiz durante os quatro anos no Senado e depois no mandato de governador", disse. 

O candidato também pediu uma intensa participação popular para ajudar a fiscalizar o pleito eleitoral e evitar que aconteça abuso de poder econômico, já alertando o Ministério Público Eleitoral. Lembrou que a eleição ao Senado é separada das municipais e que candidatos terão dificuldades em "ocultar" gastos.

Citou por exemplo que contratações de cabos eleitorais e gastos de viagens com aviões serão mais restritas. "Se um candidato tiver andando muito de avião, não permita que venha de fora e compre o mandato de senador pelo Estado de Mato Grosso", assinalou.

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