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Agência da Notícia, Quarta-feira 21 de Outubro de 2020

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21 Set 2020 - 11:40

Maior partido de MT, DEM vai para eleição em novembro como coadjuvante

Carlos Gustavo Dorileo

Rogério Florentino/Olhar Direto

 (Crédito: Rogério Florentino/Olhar Direto)
Partido com maior representatividade em Mato Grosso, o Democratas do governador Mauro Mendes decepcionou e terá papel de coadjuvante nas eleições nos principais municípios do Estado e na suplementar para o Senado, que este ano, devido à pandemia do coronavírus, vão acontecer no dia 15 de novembro.Em 2018, o DEM conseguiu eleger o governador Mauro Mendes, o senador Jayme Campos, além dos deputados estaduais Dilmar Dal’Bosco e Eduardo Botelho, que veio a se reeleger como presidente da Assembleia Legislativa, deixando a sigla muito forte.
 
O crescimento fez com que gerasse uma grande expectativa em ver o DEM brigando pelo protagonismo em cidades como Cuiabá e na disputa suplementar para o Senado, mas não foi bem o que aconteceu.
 
Na capital, o diretório que sempre se posicionou como oposição ao prefeito Emanuel, acabou agonizando até o último dia das convenções e não conseguiu viabilizar a candidatura do ex-deputado Fábio Garcia.

 
Sem opção, o partido apostou todas suas fichas no veterano Roberto França (Patriotas), se limitando a indicar o vereador Marcelo Bussiki, que foi um dos parlamentares de destaque na Câmara Municipal desta legislatura, pelos enfrentamentos que fez a gestão de Emanuel Pinheiro.
 
Na disputa suplementar para o Senado, o partido também recuou de uma candidatura própria com a justificativa da preocupação com a pandemia do novo coronavírus e com a saúde do até então pré-candidato Júlio Campos, apesar de ele ter participado pessoalmente de vários convenções e atos políticos nos últimos dias.
 
Sem a candidatura, o partido se contentou com a primeira suplência na chapa de Nilson Leitão (PSDB), fato que incomodou o governador Mauro Mendes, que chegou a comentar publicamente que o recuo apequenava o DEM.
 
Em Várzea Grande, cidade comandada pela Família Campos, o partido também decidiu não ser protagonista e lançou o já vice José Hazama para a chapa encabeçada pelo ex-vereador Kalil Baracat.
 
Dentre as dez maiores cidades do Estado, o partido só terá duas candidaturas próprias à prefeitura com o empresário Thiago Muniz em Rondonópolis e com Wellington Marcos em Barra do Garças.

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