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Agência da Notícia, Quinta-feira 22 de Outubro de 2020

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25 Set 2020 - 08:20

Justiça afasta "sócio" de bar por não cobrar conta dos amigos em Cuiabá

Sócio ainda alega que auxiliar de sócio maltrata os funcionários e descumpre medidas sanitárias

DIEGO FREDERICI

Reprodução

 (Crédito: Reprodução)
A juíza da 5ª Vara Cível de Cuiabá, Ana Paula da Veiga Carlota, determinou o afastamento do procurador de um dos sócios do bar Ponto do Porco – um conhecido estabelecimento comercial na Capital que oferece pratos de comida, bebidas e música ao vivo. Um dos sócios do restaurante pediu na Justiça que o “preposto” não tenha acesso às dependência do local em razão de não cobrar a conta de seus “amigos”, além de levar bebidas para casa sem repor o caixa.

A decisão da juíza é do último dia 22 de setembro. De acordo com informações do processo, um dos sócios do Ponto do Porco deixou como representante no estabelecimento uma pessoa que estaria “desfalcando” o caixa da organização – motivando outro sócio a entrar na Justiça.Numa das “gracinhas” feitas por ele, segundo os autos, uma conta de mais de R$ 776 deixou de ser paga. “O autor alega que o procurador de seu sócio tem causado prejuízos financeiros e morais, além de macular a imagem da empresa com suas atitudes, haja vista que tem por hábito convidar seus amigos para consumir na empresa, os isentando de pagamento, tal como ocorrido no dia 08 de agosto de 2020, onde uma das despesas geradas pelo réu e seus amigos importou em R$ 776,95 que não foi pago”, diz trecho do processo.

O sócio descontente com o representante contou ainda nos autos que ele teria furtado “uma caixa térmica, duas tendas e 20 pacotes de Heineken” – uma cerveja que costuma ter um preço um pouco maior do que outras. Segundo ele, 240 unidades da bebida foram “furtadas” do estabelecimento.

Boletins de ocorrência foram lavrados relatando os episódios. A juíza Ana Paula da Veiga Carlota concordou com o afastamento, dizendo, ainda, que o representante do sócio também costuma “destratar funcionários”.

Também foi citado que o auxiliar de sócio não estaria nem mesmo respeitando as restrições impostas pelas autoridades em razão do Covid-19. “Eis que a probabilidade do direito da parte autora está consubstanciada nas provas existentes nos autos, as quais indicam que o réu têm causado tumulto à administração do estabelecimento ao distratar funcionários e desrespeitar as regras impostas pelas autoridades no que concerne às medidas de combate e contenção da contaminação pelo Covid19”, revelou.

Na decisão, a magistrada esclareceu que o afastamento atinge apenas o representante, e não o próprio sócio, que poderá escolher outras pessoas ou ele mesmo “botar a mão na massa”, se quiser. O bar é um dos mais frequentados em Cuiabá atualmente.

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