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21 Out 2020 - 14:10

Após recuo do Governo Federal, Mauro pede que Bolsonaro lidere distribuição de vacinas

Isabela Mercuri

: Rogério Florentino / Olhar Direto

 (Crédito: : Rogério Florentino / Olhar Direto)
Na tarde da última terça-feira (20), o ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou que já em janeiro seriam distribuídas 46 milhões de doses da vacina chinesa contra o coronavírus, a Coronavac, e o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) anunciou que o estado também receberia as primeiras doses já no primeiro mês de 2020. No entanto, na noite de terça-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro afirmou a ministros que não irá comprar as doses, cancelando o acordo feito pelo ministério. Na manhã desta quarta-feira (21), o governador Mauro Mendes se manifestou por meio de nota, pedindo que o Governo Federal lidere o processo, e que as vacinas sejam “confiáveis”. Agora, não há mais confirmação da chegada das doses ao estado, e nem ao resto do país.“O Governo de Mato Grosso defende que o Governo Federal lidere esse importante processo e disponibilize a vacina contra a covid-19 à população. E o mais importante: que as vacinas entregues sejam confiáveis e devidamente atestadas pelos órgãos sanitários”, diz a nota do Governo do Estado.

A informação do cancelamento por parte de Bolsonaro foi dada em primeira mão pelo site Poder 360. A afirmação do presidente aos ministros foi “Alerto que não compraremos vacina da China, Bem como meu governo não mantém diálogo com João Doria sobre covid 19". O acordo do Ministério da Saúde previa a edição de medida provisória para disponibilizar crédito de R$ 1,9 bilhão para a compra das vacinas.

A reunião de Pazuello com os governadores havia garantido as primeiras 46 milhões de doses serão da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac. A distribuição a todos os estados ocorreria em janeiro de 2021.Seriam distribuídas outras 15 milhões de doses em fevereiro e mais 40 milhões em junho. Já no segundo semestre do próximo ano, a previsão é que seriam disponibilizadas mais 165 milhões de doses da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e Fiocruz.

De acordo com o ministro Pazuello, os primeiros a receberem as doses seriam os profissionais da Saúde e as pessoas que se enquadram nos grupos de risco. Em seguida, toda a população seria vacinada gratuitamente por meio do Plano Nacional de Imunizações (PNI).

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