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23 Out 2020 - 08:50

Abílio fará concessão de áreas públicas para reduzir a máquina em Cuiabá

Folha Max

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 (Crédito: Reprodução:)
A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) conversou com o candidato à Prefeitura, Abílio Júnior (PODEMOS), na noite desta quarta-feira (21.10), em mais uma rodada de encontros on-line com os postulantes ao cargo de gestor municipal pelos próximos 4 anos. Já se reuniram com a entidade os candidatos Gisela Simona (PROS), Roberto França (Patriota) e Julier Sebastião (PT).

Com o objetivo de ouvir as propostas para o setor comercial e produtivo da Capital, a reunião por videoconferência, transmitida via Facebook/ACCuiaba, contou com a participação de diretores da entidade, que indagaram o candidato sobre suas ações para temas como saúde, educação, mobilidade urbana e desenvolvimento econômico, caso seja eleito em novembro.“É importante abrir esse diálogo com o comércio, conhecer as propostas para o setor e também para a população cuiabana. Queremos demonstrar que estamos abertos para contribuir com ações para melhorar a vida de todos”, afirmou o presidente da ACC, Jonas Alves.

À frente da coligação “Cuiabá para pessoas”, que envolve os partidos Pode, PSC e Cidadania - este último, partido do vice, Felipe Wellaton - Abílio, que é arquiteto urbanista por formação, diz querer realizar uma verdadeira mudança na Prefeitura de Cuiabá, cortando secretarias e enxugando a máquina pública.

“É necessário reduzir as despesas da máquina pública, se não fizermos isso, estamos fadados ao endividamento da Prefeitura, o que acarreta em aumento de tributos”, citou o candidato ao ser questionado pelo diretor Manuel Gomes sobre prováveis parceiras públicas privadas em seu plano de governo.

“No nosso projeto, temos o maior plano de concessão de áreas públicas, para que a população e as empresas possam executar obras. As parcerias públicas privadas são necessárias para reduzir o custo da máquina pública”, completou Abílio.

Ele também respondeu indagações sobre o comércio ambulante na Capital, baseado na informalidade. “Vamos buscar conversar com vocês da Associação para encontramos uma solução onde haja equilíbrio e equidade, não podemos pensar que é só chegar lá e retirar todos usando força, e sim, buscar um equilíbrio”, justificou.

Sobre prováveis ações sociais voltadas para a população de rua, respondeu: “Precisamos colocar equipes técnicas para analisar esse setor e, posteriormente, iniciar parcerias com entidades filantrópicas para que essas pessoas sejam atendidas dentro dessas instituições”.

A reunião foi mediada pela jornalista Luciane Mildenberger, assessora de imprensa da Associação Comercial de Cuiabá, e contou também com um número de whatsapp para perguntas.

Participaram do encontro os diretores Mariza Bazo, Manuel Gomes, Raul Homem M. de Carvalho, Roque Edu Alves Silva, Andrea Tereza de Rezende, Roberto Peron e Arnaldo Felício, além da gerente da ACC, Samanta Fernandes, da executiva da Facmat, Rita Matos, e assessores Jurídico e de Marketing, Rafael Furman e Mariana Pirani, respectivamente.

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