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Agência da Notícia, Quarta-feira 25 de Novembro de 2020

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19 Nov 2020 - 13:30

Emanuel acusa Mauro de querer "tomar a prefeitura" movido pelo ódio

Prefeito de Cuiabá recebeu apoio dos servidores públicos estaduais nesta quinta-feira

DIEGO FREDERICI

Reprodução:

 (Crédito: Reprodução:)
O prefeito de Cuiabá, e candidato à reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB), fez um duro discurso contra o governador Mauro Mendes (DEM) na manhã desta quinta-feira (19). Em reunião com o Fórum Sindical na Capital, onde assinou uma carta de intenções com o grupo se comprometendo a apoiar o funcionalismo público, Pinheiro falou que Mendes tenta “tomar” a prefeitura de Cuiabá no “ódio”.

“Nós não podemos nos acovardar neste momento. Agora com este temperamento praticamente imperialista, ele quer ampliar a sua força política e quer, movido pelo ódio e pela insensibilidade, tomar a prefeitura de Cuiabá”, diz ele.Extra oficialmente, Mauro Mendes apoia o adversário de Emanuel Pinheiro no segundo turno das eleições municipais de 2020, o vereador de Cuiabá, Abílio (Podemos). Na avaliação do atual prefeito da Capital, o governador estaria “patrocinando” e “equipando” a campanha adversária.

“A candidatura do nosso adversário está sendo patrocinada, montada, equipada, estimulada pelo Palácio Paiaguás”, disse Emanuel Pinheiro em alusão à sede do Poder Executivo Estadual, na Capital.

AFUNDOU

Emanuel Pinheiro também ironizou o apoio da primeira-dama do Estado – este sim, oficial – a Abílio. A esposa do governador, Virgínia Mendes publicou em suas redes sociais na última quarta-feira (18) que irá votar no vereador no segundo turno das eleições.

O prefeito de Cuiabá, porém, disse que Mauro Mendes ainda não declarou seu apoio oficial à Abílio – fazendo com que a esposa tomasse seu lugar -, pois “já afundou Roberto França”. França foi o candidato apoiado por Mendes no primeiro turno à prefeitura da Capital, e ficou apenas em 4º lugar no pleito.

Emanuel Pinheiro “mandou” o governador Mauro Mendes “tirar a máscara”. “Sempre fica lá 'não, não sou candidato'. A primeira dama que vai... Lança o apoio para ele. Dá uma que não tem [candidato], porque afundou o Roberto França. Tá preocupado de afundar o outro. Então bota só a mulher e dá uma de isentão. Não tem isenção nenhuma. Tira a máscara, descerra a cortina”, orientou Emanuel Pinheiro.

O prefeito de Cuiabá analisou, ainda, que vive o mesmo momento de 2016 – quando disputou a prefeitura com o deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que era apoiado pelo então governador Pedro Taques (Solidariedade). Como Mendes, o ex-chefe do Executivo de Mato Grosso também não tinha o apoio dos servidores públicos.

“Por incrível que pareça, estamos voltando a viver o mesmo momento truculento de 2016. Um governo frio, truculento, que zomba dos servidores”.

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