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23 Nov 2020 - 11:00

Abílio denuncia que Cuiabá "maquia" orçamento para custear HMC

Novo pronto-socorro é custeados com recursos no antigo PS e de repasses aos hospitais filantrópicos

Folha Max

Reprodução:

 (Crédito: Reprodução:)
Após quatro anos de obras e custando o dobro do orçamento inicial, o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) foi inaugurado há um ano e ainda não tem nenhuma habilitação junto ao Ministério da Saúde. A denúncia é da coligação Cuiabá para as Pessoas, que tem o vereador Abílio Junior (Podemos) como candidato a prefeito de Cuiabá.

Segundo Abílio, a gestão Emanuel Pinheiro não conseguiu cumprir as adequações e os critérios exigidos pelo Ministério como, por exemplo, falta de parque de serviço de apoio a diagnóstico, falta de médicos 24 horas em determinadas especialidades, falta de pagamento de profissionais e fornecedores, fazendo com que o HMC fique sem receber recursos federais através de habilitações específicas. A falta de habilitação junto ao Ministério da Saúde sobrecarrega o sistema, que acaba sendo obrigado a funcionar por termos de cooperação com os demais hospitais. 

A coligação ainda denuncia que o atual prefeito vem, há um ano, usando tanto a estrutura, quanto os recursos financeiros do antigo Pronto Socorro e dos Hospitais Filantrópicos. 

Considerado o maior hospital do Estado, entre os públicos e privados, o HMC, que custou próximo de R$ 200 milhões, tem hoje um custo mensal de aproximadamente R$ 11 milhões, sendo R$ 4,5 milhões de despesas com pessoal e R$ 6,5 milhões de custeio, incluindo medicamento e insumos. Esses valores, segundo Abílio, são custeados pela Prefeitura utilizando os recursos dos hospitais que são habilitados como: antigo Pronto Socorro, Hospital Geral, Hospital do Câncer, Santa Helena e antiga Santa Casa.

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