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25 Nov 2020 - 10:10

Nas alegações finais, MP pede internação imediata de menor que matou Isabele

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 (Crédito: Reprodução:)
OMinistério Público Estadual, nas alegações finais, requer que a Justiça julgue procedente a denúncia feita contra a menor B.O.C acusada de matar Isabele Guimarães e que seja aplicada a "medida socioeducativa de internação", nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente com prazo de reavaliação semestral.  O caso será apreciado pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara da Infância e da Juventude.

"Considerando ainda o caráter pedagógico que revestem as medidas socioeducativas, e visando a reeducação efetiva e célere da representada, requer também que sejas determinado o cumprimento imediato da internação", diz trecho do pedido que requer a busca e apreensão de B., encaminhada para Unidade de Internação Feminina de Cuiabá, o Lar Menina Moça.No pedido, assinado pelos promotores Rogério Bravim de Souza e Vinicius Gahyva Martins, o MPE requer que a decisão tenha efeito devolutivo, ou seja, que seja cumprida de imediato, mesmo que a defesa sob Artur Osti ingresse com pedido de apelação. "Por não existir risco de dano irreparável à parte, ao contrário, a finalidade maior da medida é exatamente a reeducação e afastamento de risco em que se encontra".Caso

Isabele morreu em 12 de julho com um tiro na cabeça. Ela estava dentro do banheiro da casa da família da outra adolescente no condomínio Alphaville 1, em Cuiabá. De acordo com as investigações da Polícia Civil, a atiradora estava também dentro do banheiro, de frente para Isabele e com a Imbel .380 apontada para a amiga.

A garota B. foi indiciada pela infração análoga a homicídio doloso, quando há intenção de matar ou se assume a possibilidade de morte. O MPE endossou os indícios apresentados pela polícia em denúncia oferecida em 10 de setembro pelo promotor de Justiça da Infância e Juventude Rogério Bravin.

A adolescente nega intenção. Afirma que aconteceu um disparo acidental quando o case que continha a arma caiu no chão e disparou. A defesa chegou a pedir clemência o que não foi acatado pelo MPE. O namorado de B. foi denunciado por ato infracional compatível ao porte ilegal de arma de fogo e também virou réu, agora, por esse mesmo tipo penal.

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