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17 Dez 2020 - 10:40

Emanuel prevê cenário preocupante em janeiro e quer colocar Cuiabá à frente de discussão pela vacina

Carlos Gustavo Dorileo

Rogério Florentino / Olhar Direto

 (Crédito: Rogério Florentino / Olhar Direto)
O prefeito reeleito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que está preocupado com o cenário projetado para a segunda quinzena de janeiro, em relação a uma possível segunda onda da pandemia da Covid-19 e garantiu que irá colocar Cuiabá a frente na discussão da vacina de imunização daqui para frente.Classificando a aquisição da vacina como principal objetivo de sua nova gestão, o prefeito assegurou que Cuiabá estará participando ativamente do processo tanto na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), quanto no Ministério da Saúde, para que a população do município seja imunizada o mais rápido possível.
 
“Não tem nada definido, mas quero colocar Cuiabá a frente desta discussão, tanto em relação ao instituto Butantan, com a parceria com o Estado de São Paulo, como principalmente o que é mais recomendável, com o Ministério da Saúde para podermos, orientados pela Anvisa, tomar a melhor medida para imunizar a população cuiabana quando tiver tudo devidamente liberado oficialmente, quero colocar Cuiabá a frente desta agenda”, disse o prefeito em entrevista a rádio Metropolitana, mostrando preocupação com uma segunda onda.
 
“É muito preocupante o fantasma da segunda onda, o crescimento do comportamento do vírus em algumas regiões do Brasil, ameaçando Cuiabá, Várzea Grande, então é preocupante. Não é desesperador no momento, mas é um cenário preocupante a partir da segunda quinzena de janeiro. Então temos que nos antecipar e buscar depois de um ano muito difícil, com muitas dores, perdas, de muita dificuldade, nos prepararmos principalmente rogando a Deus que esta vacina seja colocada a disposição o mais rápido com toda segurança possível. Quero colocar Cuiabá a frente dessas discussões, porque meu maior objetivo, a minha decisão e determinação é de proteger a saúde e a vida da população”, afirmou.
 
O próprio prefeito já havia declarado nesta semana que Cuiabá abriu o diálogo com o Governo de São Paulo para receber doses da Coronavac, produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac.
 
Como as conversas ainda estão no início, não se sabe o custo das vacinas e nem a quantidade disponível para a Capital. Como exemplo, pode-se usar a contratação feita pelo município de Niterói (RJ), que pagou dez dólares por cada dose da CoronaVac. A população cuiabana é estimada hoje em mais de 600 mil habitantes.
 
“Seguimos monitorando a situação da Covid-19 em Cuiabá e acompanhando a aprovação de uma vacina no Brasil. Iniciamos nessa semana o diálogo com o Governo de São Paulo para receber a vacina Coronavac, produzida em parceria pelo Instituto Butantan e a farmacêutica Sinovac Life Science”, afirmou em suas redes sociais.

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