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23 Set 2021 - 09:52

B3 apresenta novos recuos no milho

Os negócios do mercado físico não estão lá nos seus melhores dias, e tudo indica que os compradores se abasteceram como puderam em meio a uma saca de milho que ultrapassou os R$ 100,00. Quem afirmou isso foi a TF Agroeconômica, neste meio de semana. 

“Houve  quem  fizesse  importação,  quem  diminuísse projeções  de  produção,  e  até  quem  reformulasse componentes, usando trigo ou outras commodities. E em  meio  a  tudo,  uma  exportação  que  não  se sustentou,  e  que  se  apresentou  praticamente  nula, quando  projeções  iniciais  beiravam  os  40  milhões enviados para fora. Na  bolsa  de  mercadorias,  as  cotações  fecharam  da seguinte  forma:  novembro/21  a  R$  92,22  (-0,6%); janeiro/22 a  R$ 93,72 (-0,3%); março/22 a R$93,42 (-0,3%); e maio/22 a R$ 89,42 (-0,3%)”, comenta a consultoria. 

Em Chicago, o milho voltou a subir com petróleo e compras de oportunidade, enquanto o clima bom limitou as altas. “O contrato de milho para dezembro21 fechou em alta de 1,55% ou 8,0 cents/bushel a $ 525,0; o contrato para julho22 fechou em alta de 1,18% ou 6,25cents/bushel a $535,75. Petróleo  em  alta  e  compras  de  oportunidade  após quatro  sessões  em  quedas,  deram  suporte  nesta quarta-feira.  As  perspectivas  de  bom  andamento  da colheita limitaram aumentos adicionais”, completa. 

“Os  preços  do  milho  Dalian  subiram  após  o  feriado, ganhando entre 8 e 22 yuans / MT (~ 3 - 9 centavos / bu).  Os  futuros  de  janeiro  da  nova  safra  tinham  o preço de 2.455 yuan / MT (~ $ 9,65 / bu) no acordo. Os dados  da  EIA  mostraram  que  os  produtores  de etanol nos EUA  alcançaram em média 926.000 barris por dia durante a semana que terminou em 17/9. Isso foi  11.000  bpd  abaixo  da  semana  passada.  Os estoques  de  etanol  subiram  101  mil  barris,  para 20,111 milhões”, conclui. 

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