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15 Out 2021 - 09:15

Milho: B3 fecha mista para os principais vencimentos

As coações do milho no mercado futuro de São Paulo fecharam esta quinta-feira em queda em todas as posições mais próximas, impulsionadas por compras de oportunidade dos investidores, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar da  exportação no mercado  físico se encontrar em ritmo lento – pra não dizer congelado – teoricamente, um dólar a R$ 5,57 gera melhores contas para que tradings tomem milho no mercado interno”, comenta. 

“Também  o  milho  importado  está  deixando  de  ser competitivo, e hoje viram-se lotes de milho paraguaio a preços não abaixo de US$ 288,00, o que vem sendo rejeitado pelos compradores. Os principais vencimentos fecharam  em campo  misto no dia de hoje da seguinte forma:  novembro/21 a R$ 88,70  (-0,11%);  janeiro/22  a  R$  88,26  (-0,72%); março/22 a R$ 89,10 (-0,11%); e maio/22 a R$ 87,00 (-0,44%)”, completa. 

Em Chicago, motivos técnicos provocaram alta ocasional no milho. “O contrato de milho para dezembro21 recuperou apenas um terço da queda do dia anterior, fechando em alta de 0,83%  ou  4,25  cents/bushel  a  $  511,25;  o  contrato  para julho22,  importante  para  as  exportações  brasileiras, fechou  também  em  alta  de  0,33%,  ou  1,75 cent/bushel a $532,0”, indica. 

“As  compras  de  oportunidade  deram  estímulo,  após cair  4%  nas  últimas  duas  sessões.  Além  disso,  as perspectivas  de  reativação  da  demanda  externa agregaram ânimo altista. O petróleo em alta, atingindo máximos  de  7  anos,  também  deu  firmeza  ao  milho. Por  outro  lado,  o  avanço  da  safra  e  as  perspectivas favoráveis de produção e oferta nos EUA condicionam os preços. FranceAgriMer relatou uma  redução potencial para a área  de  milho  na  França  em  2022/23  citando  custos elevados  de  nitrogênio.  O  setor  de  preços  de fertilizantes  da  Barchart  está  acusando  alta  desde agosto”, conclui. 

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