Imprimir

Imprimir Notícia

19 Out 2021 - 08:35

Milho: B3 tem valorizações nos principais contratos

Com o mesmo ritmo de negócios e poucos volumes comercializados nesta segunda-feira (18), a B3 encerrou seu pregão com os futuros de milho em leve alta, segundo informou a TF Agroeconômica. “O ritmo de compradores é, tanto para o mercado físico quanto em contratos futuros, de fechamento de posições, já que no final do ano muitas indústrias encerram seus balanços e dão férias coletivas aos colaboradores”, comenta.
 
“Os  números  da  Secex  –  Secretaria  de  Comércio Exterior  –  vieram  significativamente  abaixo  daqueles apresentados  na  temporada  de  2020.  Segundo  o órgão, nas três primeiras semanas de outubro o Brasil exportou  696,3  mil  toneladas  de  milho,  o  que representou  apenas  13,9%  das  5.003  milhões  de toneladas  apresentadas  no  mesmo  período  da temporada passada. Com isto, os contratos fecharam da seguinte forma: O vencimento novembro/21 foi cotado à R$ 89,50 (+0,56%); o janeiro/22 valeu R$ 89,50 (+0,67%); o março/22 foi negociado por R$ 90,07 (+0,65%); e o maio/22 teve valor de R$ 87,50 (+0,69%)”, completa. 

Em Chicago o milho começa a semana em alta, impulsionado pela boa demanda externa. “O  contrato  de  milho  para  dezembro21  começou  a semana  em  alta  de  1,38%  ou  7,25  cents/bushel  a  $ 533,0;  o  contrato  para  julho22,  importante  para  as exportações  brasileiras,  fechou  também  em  alta  de 0,83%, ou 4,50 cent/bushel a $544,00”, indica. 

“A  demanda  externa  ativa  nos  EUA  fortaleceu  os valores.  As  remessas  semanais  excederam  as previsões máximas de mercado. Enquanto isso, teme-se  que  o  aumento  do  preço  dos  fertilizantes condicione  os  plantios  futuros.  A  expectativa  do mercado  para  o  relatório  da  colheita  do  USDA  desta segunda-feira  seria  de  um  avanço  de  54%  da  área, segundo consenso de mercado”, conclui. 

Imprimir