Imprimir

Imprimir Notícia

6 Jan 2018 - 09:53

Chefe da Casa Civil diz que Poderes ficam com maior fatia do FEX

O secretário-chefe da Casa Civil, Max Russi (PSB), revelou nesta sexta-feira (5) que os Poderes ficaram com a maior parte dos valores do Fundo de Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX), repassados na última semana de dezembro de 2017.

 

Em entrevista à rádio Capital FM, Max disse que foram repassados às instituições aproximadamente R$ 154 milhões, dos R$ 370 milhões que caíram na conta do Estado.

 

Ainda segundo o secretário, outros R$ 100 milhões foram para regularizar os recursos da Educação.

 

“Fiz um apanhado dos pagamentos. Tivemos algo em torno de R$ 154 milhões aos Poderes. Já o MT Prev recebeu R$ 30 milhões; R$ 25 milhões para a Secretaria de Infraestrutura; R$ 15 milhões para dívidas de exercícios anteriores; R$ 15 milhões para Seduc; R$ 9 milhões para pendências judiciais e recursos presos; R$ 15 milhões foram para Saúde e algo em torno de R$ 20 milhões para outras secretarias; e mais R$ 100 milhões foram para Educação”, enumerou.

 

Em sua maioria, os números divergem com o que havia sido divulgado anteriormente pelo Executivo.

 

Fiz um apanhado dos pagamentos. Tivemos algo em torno de R$ 154 milhões aos Poderes. R$ 25 mi para Infraestrutura
Neste ano, o montante do FEX repassado a Mato Grosso foi de R$ 496 milhões. Entretanto, R$ 124 milhões foram direto para os Municípios, não caindo sequer na conta do Executivo.

 

Dezembro

 

De acordo com secretário, o mês de dezembro foi melhor que o esperado em termo de recursos.

 

“O mês de dezembro foi melhor para Governo. Buscamos muitos recursos que esperávamos receber. Em relação à Conab, desde Dante de Oliveira esperávamos receber e agora recebemos. Recebemos R$ 125 milhões de uma empresa por meio de um acordo. Outra aportou R$ 40 milhões e teve mais o mutirão fiscal, que entrou R$ 100 milhões”, disse.

 

“Foi um mês em que a receitas melhoraram bastante. A gente achava que teria dificuldade para pagar a folha dos servidores, mas pagamos no dia. Não ficou o cenário ideal, mas terminamos muito melhor do que esperávamos, porque novembro foi um mês complicado”, afirmou.

Imprimir