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12 Jun 2020 - 10:20 | Atualizado em 12 Jun 2020 - 10:30

Advogado de Confresa é o primeiro a fazer sustentação oral por meio do novo sistema de videoconferência

Uma semana depois de inaugurar o plenário virtual do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e julgar 514 processos, a Primeira Câmara Criminal, presidida pelo desembargador Orlando Perri, realizou nesta terça-feira (12/05) a sua primeira sessão por videoconferência. Foram julgados 61 dos 63 processos da pauta. Com quatro horas e meia de duração, a sessão teve 10 sustentações orais.
 
Primeiro a fazer a sustentação oral, o advogado Armando Martins ressaltou a importância da sessão por videoconferência, principalmente para os profissionais do interior. “Muitas vezes o nosso cliente não tem condições de pagar honorário, quanto mais o deslocamento de 2 mil quilômetros do advogado até Cuiabá”, destacou. Armando Martins é de Confresa e contou que a sustentação oral de hoje foi a primeira da sua carreira.
 
Também fizeram sustentação oral os advogados Raphael de Freitas Arantes, Giovane Santin, Onório Gonçalves da Silva Júnior, Andressa Sene, Alcidiney de Amorim, Gilberto José Cador e Edno Damascena Farias, alguns em mais de um processo.
 
O desembargador Orlando Perri, avaliou como positiva a experiência e ressaltou a importância dos magistrados se adaptarem às novas tecnologias. “Em tempos de pandemia temos que usar esses recursos para manter o Poder Judiciário funcionando”, ressaltou. Os desembargadores Paulo da Cunha e Marcos Machado, que compõem a Primeira Câmara Criminal, reforçaram a importância do recurso.
 
Moção de pesar - Ao final da sessão, o desembargador Paulo da Cunha propôs moção de pesar ao juiz Jurandir Florêncio de Castilho Júnior pela morte de seu pai, o desembargador aposentado Jurandir Florêncio de Castilho, que morreu no último dia 10 de maio, aos 79 anos. Paulo da Cunha destacou a grande admiração que nutria pelo colega.
 
Orlando Perri subscreveu a moção de pesar e disse que a morte do desembargador aposentado foi uma grande perda. “Era uma figura maravilhosa, alegre e muito me honra ter convivido com ele”. Marcos Machado também lembrou sua admiração pelo desembargador aposentado, quando ainda atuava como promotor de Justiça.
 

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